quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

REFORMA UTÓPICA?


                      Vou, agora, tecer neste texto, neste inédito texto, já que eu nunca houvera lido ou ouvido algo de semelhante sensatez, no que aborde a solução para que nos ideais beligerantes, que se dizem patrióticos, seja posto termo.
                                  Sabe-se que grupos parlamentaristas, de cujas denominações advêm esses conflitos, compõem a governabilidade do País, através de cotas partidárias.
                                  Se não existissem as legendas, não haveria as acusações entre as partes, de cunho pessoal, e, indiretamente, também, dirigidas àqueles que estão sob sua égide.
                                  Vimos, há tempos, assistindo à programa de debates políticos que nada têm de propostas governamentais; entretanto, o que apresentam são contendas, não de opositores de projetos, mas de interesses de exclusas utilidades.
                                   Até quando tem de ser assim, obrigando-nos,cidadãos cônscios dessa  ciranda de politicalha, a participar desse conluio, na escolha de representantes da sociedade, se o próprio Método do processo proporciona-nos mecanismos para abstermos dessas indicações? Por que, então, a obrigatoriedade de comparecermos às urnas?
                                   Todavia, não quero generalizar as pessoas envolvidas no teor da discriminação de negatividade aqui exposta. Sugiro sim, que o Sistema vigente, ao qual refiro, seja repensado.





Por: Wanderlei Peixoto Carrijo